À luz do show de horrores que está pra acontecer nos EUA (uma execução pública por pelotão de fuzilamento, que, como se não bastasse a execução em si, os arcontes estadunisenses estão cogitando transmitir essa porra ao vivo), uma "curiosidade" sobre as leis e política brasileira:

O Brasil tem "pena de morte" como espécie de "relíquia" da ditadura militar; chama-se "
Código Penal Militar" (Decreto-Lei Nº 1.001, 21/10/1969), em seus Artigos 355 a 362, 364 a 366, que falam sobre punição com pena de morte para tempos de guerra.

Aí uma pessoa ingenuamente pode falar "ah, relaxa, o Brasil não tá em tempos de guerra"... exceto que o Brasil está fadado a experienciar uma das seguintes situações após o segundo turno:

1. Caso Flávio Bolsonaro seja eleito, Jair Bolsonaro, ditando no Brasil através do "meat proxy" seu filho (sem contar a possibilidade de que Flávio dê a tal da anistia como presente ao "paizão"), declara aliança incondicional às guerras declaradas pelos Estragos Unidos, com participação ativa das FFAA em todo a zona de guerra que os Estragos Unidos formou e formar em outros países (exemplo: Irã), o que provavelmente colocaria o Brasil em guerra declarada contra esses países, o que por consequência colocaria o Brasil em guerra. Nesse sentido, imagino, o tal do "Super presídio" que Flávio já anunciou poderia ser tanto um "espaço de recrutamento forçado" para sacrifícios ao altar do exército quanto um espaço para aplicar 356/361/363/364/365 do Código Penal Militar àquelxs que se recusarem.

2. Caso Lula seja eleito, 8 de Janeiro terá sido estalo de festa junina perto dos mísseis estrago-unidenses num repeteco "invasão noturna a Caracas" a ser perpretado pelos Estragos Unidos com auxílio dos lambe-saco-estrago-unidense das FFAA brasileiras (acho que é de conhecimento público que parte das FFAA, especialmente generais, são bolsonaristas). A propósito, tem drones "Reaper" (usados para lançar mísseis precisos em alvos terrestres enquanto a 25 km de altitude) Estrago-unidenses sobrevoando a América Latina nesse exato momento. Não acho que outras potências (como China) vão intervir, muito menos "hermanos" (inclusive um dos "hermanos" vai é acabar se oferecendo gratuitamente como espaço para posicionamento de artefatos de guerra estrago-unidenses porque estão sob gestão de um sujeito "ancap" que como muito (se não todo) "ancap" abertamente lambe o saco alaranjado).

Por que ninguém, desde a redemocratização até hoje (inclusive Lula!) derrubou essa relíquia da ditadura militar chamada "Código Militar Brasileiro"? Até inclusive tem uma
Lei 14.688 de 2023, sancionada pelo vice-presidente Alckmin, que tece alterações ao Código Penal Militar, embora as partes do Código mencionando pena de morte permanecem intocadas...

#brasil #política